Até minha avó achou que ele seria eleito, mas aí…

Sabe aquele candidato que todo mundo tinha certeza que ia ganhar?
Pois é… até minha avó achou que ele seria eleito. Mas o final dessa história foi outro.
A verdade é que, até o dia da eleição, vitória garantida não existe.
E, acredite, muitos dos favoritos acabam perdendo eleições que pareciam fáceis e o motivo disso é mais simples (e mais comum) do que parece.
Quando o favoritismo vira armadilha
No começo da campanha, o favorito lidera as pesquisas, a equipe vibra, o clima é de confiança.
Mas é aí que mora o perigo.
O candidato supostamente favorito tende a relaxar.
A equipe começa a celebrar antes da hora.
Os conteúdos nas redes sociais viram rotina: mesmo formato, mesmos discursos, nada novo.
A comunicação perde ritmo, energia e, principalmente… urgência.
Enquanto isso, o desafiante, aquele que ninguém levava muito a sério, entra em campo com fome de jogo.
Ele fala o que os grandes têm medo de dizer, aparece em lugares improváveis, cria conteúdo autêntico e se conecta de verdade com o eleitor.
E quando o favorito percebe, já perdeu o que tinha de mais valioso: a atenção e a empatia das pessoas.
3 sinais de que o favoritismo virou descuido
Existem três sinais claros de que o favoritismo está sendo mal administrado, e, na maioria das vezes, eles são ignorados.





